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AMUSUH reforça cooperação com ministério da Agricultura

AMUSUH reforça cooperação com Ministério da Agricultura

Reforçar a parceria em prol do desenvolvimento dos municípios foi mais uma vez a prioridade da audiência da AMUSUH (Associação dos Municípios Sedes de Usinas Hidroelétricas e Alagados) com o ministro da Agricultura e com o Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca. Este encontro fez parte da série de audiências ministeriais ocorridas na quarta-feira (15) após a eleição da nova Diretoria e Conselho Fiscal da Associação. A reunião apresentou os novos dirigentes que apontaram as estratégias para fazer com que os municípios tenham novas formas de renda para além da geração de energia elétrica.

Esta audiência organizada pela AMUSUH e pela Frente Parlamentar Mista contou com a presença do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que entende as necessidades dos municípios para o desenvolvimento de novas alternativas de renda. Por isso, o ministro fez questão de convidar o secretário nacional de Aquicultura e Pesca, Davidson Franklin, e o diretor-substituto do departamento de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura da secretaria de Aquicultura e Pesca, João Crescêncio Aragão Marinho, para participarem do encontro com os prefeitos e a com a Diretoria da Associação. Fomentar a produção de pescados em tanques-rede nos lagos das usinas e outras estratégias produtivas é uma das prioridades da AMUSUH nas parcerias federais, estaduais e municipais.

“Muito mais que energia, que novas alternativas gerem renda para os nossos municípios e lindeiros. Os lagos representam para a maioria dos municípios uma fonte de renda inexplorada. O turismo rural, a pesca esportiva, os esportes náuticos e o desenvolvimento de produção de peixes em tanques-rede são possibilidades que precisam ser desenvolvidas. É nossa missão representar esses interesses”, afirmou o presidente da AMUSUH e prefeito de Abdon Batista (SC), Lucimar Salmória.

Na opinião do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, é urgente desenvolver a aquicultura. “O maior negócio de alimentação do mundo é de peixe. E infelizmente o Brasil só representa 0,2% do comércio mundial. Ainda somos insignificantes neste mercado. Não cuidamos bem deste setor. Atualmente a produção no Brasil cresce cerca de 15% ao ano. O potencial é gigante”, declarou Maggi.

“A aquicultura é a grande saída. O crescimento do agronegócio está necessariamente atrelado ao desenvolvimento da aquicultura. Os lagos das usinas já têm o meio ambiente necessário para se fazer uma grande produção aliada ao turismo, à pesca esportiva… A produção de peixe está atrelada a saúde da água é ela é a nossa maior preocupação. Precisamos de projetos sustentáveis, explicou o secretário Nacional de Aquicultura e Pesca, Davidson Franklin.

Além desta audiência com o ministro e secretário, a AMUSUH também participou de um encontro técnico na terça-feira (14) para aprimorar a cooperação com a pasta. Para garantir a produção de pescados em tanques-rede e outras atividades produtivas, a união do Ministério com a Associação é importante ferramenta de articulação política e técnica no desenvolvimento dos municípios.

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