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Os riscos ambientais da aquicultura são pequenos 

Parceira da Associação dos Municípios Sedes de Usinas Hidroelétricas e Alagados (AMUSUH), a Secretaria de Aquicultura e Pesca do ministério da Agricultura (MAPA) elaborou a nota técnica entregue ao governo do Rio Grande do Sul. De acordo com o documento, a produção de tilápias no Estado pode alavancar a economia sem prejuízos para os ecossistemas das represas das usinas.

Representando a secretaria, a coordenadora de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes da Silva, defende a liberação deste importante peixe para o setor da aquicultura e o desenvolvimento da legislação do setor.

“Não existe normativa do Estado e as pessoas não podem aproveitar o potencial das águas das represas. Queremos que isso seja regulamentado. Também precisamos da revisão do decreto estadual de 2014 que proibi tilápias e carpas em tanques-rede, para que essas espécies possam ser cultivadas nos rios federais. A tilápia é a espécie mais comum no país. Mais de 40% da produção aquícola de 2014 é da espécie. Esse peixe não se estabelece nas bacias. Não consegue se reproduzir se o ambiente estiver bom e por isso os riscos ambientais são pequenos. E o que o produtor não quer é que o peixe escape”, explicou Juliana.

Nota técnica da Secretaria de Aquicultura e Pesca (MAPA) defendendo o cultivo de tilápias no Rio Grande do Sul –https://issuu.com/amusuhassociacao/docs/nota_t__cnica_018_2016_caau__cultiv

Carta do Seminário Aquicultura em Águas Públicas –https://issuu.com/amusuhassociacao/docs/carta_do_seminario_-_aquicultura_em

Ofício da AMUSUH ao governador do Rio Grande do Sul – http://issuu.com/amusuhassociacao/docs/of._460-audiencia_governador-rs_-_j

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