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Seminário Aquicultura em Águas Públicas foi espaço para vários segmentos

O primeiro Seminário Aquicultura em Águas Públicas promovido pela Associação dos Municípios Sedes de Usinas Hidroelétricas e Alagados (AMUSUH) contou com palestras de representantes dos mais diversos setores. A piscicultura é uma atividade complexa e precisa da articulação das mais variadas instâncias para se desenvolver e foi neste sentido que a AMUSUH organizou o encontro.

Fruto da parceria firmada pela AMUSUH com a universidade de Passo Fundo (UPF) para o desenvolvimento da piscicultura no Rio Grande do Sul, a contribuição do coordenador dos Pólos de Inovação Tecnológica da UPF, Laudir Lauiz Auozani, destacou a mobilização de vários setores para o Seminário.

“As palestras do seminário focaram na estruturação da cadeia dos tanques-rede em especial com relação com relação ao uso das espécies exóticas que já estão adaptadas aqui. Nós aqui no Estado já debatemos muito todos os aspectos da cadeia produtiva que não está estruturada”, afirmou Laudir.

Já o presidente da Emater –RS, Clair Tomé Kuhn, defendeu a importância da intervenção do poder público no fomento produtivo de pescados. “O agricultor é acostumado a trabalhar com a oscilação das chuvas. Hoje em dia, com a capacidade de previsão, dá pra trabalhar bem os dados. Na questão do licenciamento, a Emater-RS vem trabalhando com os municípios para fazer os tanques escavados. É uma coisa mais caseira, mas que garante a sustentabilidade econômica e alimentar para o agricultor. Seria ridículo se o agricultor não pudesse colocar peixes lá”, declarou Clair.

Até o assistente executivo da Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE-RS), Rodrigo Sisnandes Pereira apresentou uma síntese da atuação da empresa no setor. “Nossa atividade fim é a distribuição de energia, mas temos que fazer concessões ambientais e sociais”, disse Rodrigo.

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